segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Ainda é possível acreditar no Amor?


"Há sempre alguém especial para cada um de nós. Frequentemente existem dois ou três, ou mesmo quatro. Provêm de diferentes gerações.Viajam através dos oceanos do tempo e das profundezas das dimensões celestiais para estarem novamente connosco. Vêm do outro lado, do céu. Estão diferentes mas o seu coração reconhece-os. Coração esse que os teve nos braços de que então dispunha... Estão unidos pela eternidade e nunca estarão sós.

A sua cabeça pode dizer: «Mas eu não o conheço». Mas o seu coração sabe que não é assim.
Ele pega-lhe na mão pela primeira vez, e a memória do seu toque transcende o tempo e perturba profundamente todos os átomos do seu ser.

Ela olha-o nos olhos, e você vê nela uma alma que foi sua companheira através dos séculos. O seu estômago revira-se. Os seus braços ficam arrepiados. Tudo o que é exterior a este momento perde importância.

Ele pode não a reconhecer, mesmo que finalmente se tenham encontrado de novo, mesmo que você o reconheça. Você consegue sentir o laço da união. Consegue ver o potencial, o futuro. Mas ele não. Os seus medos, o seu intelecto, os seus problemas mantêm um véu sobre os olhos do seu coração. Ele não a deixa ajudá-lo a remover esse véu. Você lamenta-se e sofre, e ele segue o seu caminho, O destino pode ser tão volúvel.

Quando ambos se reconhecem, nenhum vulcão poderia entrar em erupção com mais paixão. A energia libertada é tremenda.

O reconhecimento das almas pode ser imediato. Um sentimento súbito de familiaridade, a sensação de conhecer esta nova pessoa a uma profundidade muito além daquela que a consciência permitiria... saber intuitivamente o que dizer, como vão reagir. Um sentimento de segurança e confiança muito maior do que aquele que alguma vez poderia ser conquistado num dia, numa semana ou num mês.

O reconhecimento das almas pode também ser lento e subtil. Uma alvorada gradual à medida que o véu é gentilmente removido. Nem todos estão preparados para o reconhecimento imediato. Há que dar tempo ao tempo, e muita paciência pode ser necessária para aquele que vê primeiro."

Excerto do livro "Só o amor é real" de Dr. Brian Weiss

quinta-feira, 20 de maio de 2010

A imagem

Passamos tanto tempo preocupados ou a pôr defeitos em nós que nos esquecemos de viver. Hoje em dia a pressão social para ser bem aceite na sociedade está muito ligada com a imagem. Temos de ser lindas, magras e burras. Esta é a impressão que me dá. Há um tempo atrás, devido a problemas de saúde engordei, e desde aí que tem sido difícil perder peso. Eu só pensava que queria ser como antes, mas às vezes não há volta a dar. Claro que agora levo uma vida completamente diferente, já não passo os dias sem fazer nada e a minha força de vontade é outra. Mas acima de tudo a maneira como vejo as coisas mudou, como olho para mim a as acções que podemos fazer todos os dias.

Encontrei o seguinte vídeo no Youtube. Já tinha visto um vídeo sobre ele com uma mensagem muito forte. Pensem nisto e acima de tudo valorizem-se, amem-se e sejam felizes.

Rosewell

Há já alguns tempos atrás vi a série completa de Rosewell e ando de volta dela outra vez. É daquelas séries completamente adoráveis. Muito antes de haver a febre do Crepúsculo já havia uma história parecida entre uma humana e um extraterrestre. Pois é um E.T. e tem pontos muito parecidos. Tanto a humana como o E.T. se apaixonam loucamente desde o principio, este E.T. tem dois "irmãos", ninguém pode saber o segredo e ele salva-a e ela fica a saber. Não quero dizer mal do Crepúsculo, porque eu gosto e li os livros todos, mas lembrei-me da semelhança. Se tiverem curiosidade e gostam deste tipo de séries acho que deviam dar uma olhadela, até fiz um vídeo da série há uns tempos atrás ;) Enjoy

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Era uma vez...







Era uma vez um dia de sol e duas amigas decidiram ir passear e deu nisto. Pela nossa bela cidade Torres Novas e a vontade de apanhar um belo sol. obrigada Tânia pelas belas fotografias e por me pores à vontade ;)

Para mais fotografias da minha Tanuxka visitem o blog http://taniarolo.blogspot.com/

sábado, 15 de maio de 2010

Missing...

Hoje gostava de ter coragem e oportunidade para dizer:

Hoje tenho imensas saudades de alguém, que não vou dizer o nome. Sinto um aperto tão grande por não estares comigo, ao meu lado. Em tempos tive-te, mas não somos perfeitos e infelizmente só damos valor quando já é tarde demais. Pedi-te perdão, mas tu insistes em dizer que não há nada a perdoar. Então porque é que me sinto culpada? Ignorei a única pessoa que realmente me amou pelo que sou e passados tantos anos ainda consegues dizer que me amas, que gostas de mim, que sou especial.. mas quando disseste: "Mas estamos muito longe um do outro". Pois é, mas és a única pessoa que eu quero estar agora e quem sabe para sempre, mas existe sempre um mas pelo meio... Passei muito tempo sem saber o que faltava em mim e agora sei. Mas temos que viver com estas coisas. Cada vez sento mais a falta, a saudade, um aperto tão grande que apanha coração e agora a barriga. Tira-me o fôlego quando penso no agora, no que foi, no que poderia ter sido. Carrego este fardo comigo, até quando não sei. Se nos voltaremos a ver e quem sabe ficar juntos? Não sei, seja o que o destino quiser, mas que terás sempre um espaço especial e grande no meu coração, sim terás- Até um dia...

quarta-feira, 12 de maio de 2010

The Warmth

Hoje tive uma boa notícia. Depois de uma espera de 3 semanas, com muito medo e suspense, o resultado chegou. Finalmente a boa notícia que esperava, o cancro da minha mãe não voltou. Saiu-me um peso enorme do peito. Nestas últimas semanas tentei ser o mais optimista possível a respeito deste assunto. Não que não pensasse se o resultado fosse diferente. Por mais que uma pessoa não queira pensa sempre no mau, e se isto acontece, e se acontecer. A minha questão era, se voltasse, como nos aguentaríamos, passar por tudo outra vez? Por mais que a minha mãe seja positiva e seja a mulher mais forte que conheço, a nossa força tem limites, e a quimioterapia e a radioterapia são muito desgastantes, física e psicologicamente. Mas não vamos falar de coisas negativas. Desde que soube esta boa notícia que tenho uma música na cabeça e que por acaso vai de encontro com o que sinto. A música de Incubus "The Warmth", que foi precisamente o que senti quando soube e pelo amor que tenho pela minha mãe.


Incubus - The Warmth

I'd like to close my eyes and go numb
But there's a cold wind coming from
The top of the highest high rise today
Its not a breeze cuz it blows hard
Yes and it wants me to discard
The humanity I know,
watched the warmth blow away..

So don't let the world bring you down
Not everyone here is that fucked up and cold
Remember why you came and while you're alive
Experience the warmth before you grow old

So do you think I should adhere
To that pressing new frontier
And leave in my wake, a trail of fear
Should I hold my head up high
And throw a wrench and spokes by
I'm leaving the air behind me clear

So don't let the world bring you down
Not everyone here is that fucked up and cold
Remember why you came and while you're alive
Experience the warmth before you grow old
So don't let the world bring you down
Not everyone here is that fucked up and cold
Remember why you came and while you're alive
Experience the warmth before you grow old
Before you grow old

terça-feira, 11 de maio de 2010

Esperança


"A esperança é o pior dos males porque prolonga a tormenta do Homem." Nitzsche

"Esperança é a coisa com penas que se empoleira na alma, que canta a melodia sem palavras e que nunca mais se cala." Emily Dickinson




Penso, logo existo...


Há pouco tempo deu-me vontade de reler um livro que me marcou quando era adolescente: "O Mundo de Sofia" de Jostein Gaarder. Pois acho que fiz muito bem, é claro que o livro tem umas alturas um pouco chatas mas tem outras muito interessantes, que nos fazem pensar na nossa vida e de como a estamos a viver.

As primeiras perguntas feitas no livro: Quem és tu? De onde vem o mundo?

Há muito tempo que não me fazia estas perguntas tão importantes na nossa vida, principalmente "Quem és tu?". Quem sou eu afinal? Pensar muito nisso acho que me deixa um bocado depressiva, pensamos no que somos, no que pensávamos quando éramos mais novos, as prioridades dantes e de agora, o que fizemos para atingir os nossos objectivos. E por vezes podemos achar que fomos bem sucedidos, como outras vezes pensamos que fomos um autêntico fracasso. O que mais penso é que não tenho vivido a minha vida como gostaria, que sou uma mera espectadora da minha vida e não a personagem principal.

Um pouco mais à frente no livro aparece mais uma teoria interessante e que muitas vezes penso nela e em que parte da teoria me encontro.

"Para muitos homens, o mundo parece tão inexplicável como o coelho que um ilusionista retira subitamente de uma cartola até então vazia. No que diz respeito ao coelho, percebemos claramente que o ilusionista nos enganou. O que pretendemos descobrir é como nos enganou. Quando falamos do mundo, a situação é diferente. Sabemos que o mundo não é pura mentira, uma vez que nós estamos na Terra e somos uma parte do universo. Na verdade, somos o coelho branco que é retirado da cartola. A diferença entre nós e o coelho branco é apenas o facto de o coelho não saber que participa num truque de magia. Connosco passa-se de modo diferente. Sentimos que tomamos parte em algo misterioso, e gostaríamos de esclarecer de que modo tudo está relacionado.

P.S.: No que diz respeito ao coelho branco, o melhor é talvez compará-lo com o conjunto do universo. Nós, que vivemos aqui, somos parasitas minúsculas que vivem na parte do coelho. Mas os filósofos procuram trepara pelos pêlos finos, de modo a poderem fixar nos olhos o grande ilusionista."

E vocês, em que parte do coelho vivem? Tentam trepar e olhar as coisas de outra maneira? Ou acomodam-se e preferem viver na ignorância? Humm, pois é, não é fácil situar-mo-nos. Eu gostava de trepar o pêlo do coelho mas vejo-me mais vezes acomodada, sentada cá em baixo a olhar os outros que procuram a sabedoria!